https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/issue/feed Revista Pan-Amazônica de Saúde 2023-12-28T16:02:26+00:00 Núcleo Editorial revista@iec.gov.br Open Journal Systems <p><a href="https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/user/register"><strong>CADASTRE-SE</strong></a><strong> </strong>agora mesmo e envie seu trabalho para publicação. 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Com periodicidade trimestral, publica artigos nos campos epidemiológico, entomológico, ecológico, antropológico, socioeconômico, dos imunobiológicos, do meio ambiente e outros relacionados à saúde humana. Aceita contribuições em português, inglês e espanhol e, na versão eletrônica, disponibiliza artigos completos nos três idiomas, sem nenhum custo para o autor. Adota o sistema de avaliação por pares (<em>peer review</em>), segundo o qual cada artigo é avaliado por, no mínimo, dois pareceristas. Seu Corpo Editorial é formado por renomados pesquisadores nacionais e internacionais. Dispõe de DOI (<em>Digital Object Identifier</em>), o que facilita sua localização e acesso na Internet. Permite a inclusão de material suplementar – como áudio, vídeo, planilha, slide e outros. É indexada nas bases <a href="https://www.latindex.unam.mx/" target="_blank" rel="noopener">Latindex</a>, <a href="https://www.crossref.org/" target="_blank" rel="noopener">CrossRef</a> e <a href="https://www.freemedicaljournals.com/" target="_blank" rel="noopener">Free Medical Journals</a>, além das bases de dados da <a href="https://www.bvsdip.icict.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener">BVS DIP – ICICT/Fiocruz</a>, <a href="https://bvs.iec.gov.br/iec/" target="_blank" rel="noopener">BVS IEC</a> e <a href="https://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=2176-6223&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noopener">Portal de Periódicos Eletrônicos do IEC</a> (Metodologia SciELO).</p> <p> </p> <p><strong><a class="tx10" href="http://revista.iec.gov.br/htm/pt/instruction.htm" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para acessar as Normas para Publicação</a></strong>.</p> https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1553 Características clínico-epidemiológicas de pessoas vivendo com HIV e com neurotoxoplasmose na região oeste do estado do Pará, Brasil 2023-12-28T16:02:26+00:00 Olívia Campos Pinheiro Berretta livinhacp@hotmail.com Ana Núbia de Barros barrosananubia@gmail.com Luiz Fernando Gouvêa-e-Silva lfgouvea@ufj.edu.br Rita Catarina Medeiros Sousa ritaclosset@uol.com.br <p>INTRODUÇÃO: A neurotoxoplasmose (NTX) é uma doença oportunista comum nas pessoas vivendo com o HIV (PVHIV), causada pelo protozoário <em>Toxoplasma gondii</em>, que pode surgir quando a contagem de linfócitos T CD4+ (LTCD4+) for &lt; 100 células/mm³. OBJETIVO: Analisar os perfis sociodemográfico e clínico das PVHIV que desenvolveram NTX no interior do estado do Pará, Brasil. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo descritivo, quantitativo e transversal. Amostra composta por 91 prontuários de PVHIV de um centro de referência de Santarém, no Pará, com diagnóstico para NTX. Buscou-se informações nos prontuários referentes às características sociodemográficas, clínicas e laboratoriais. Os dados foram analisados pela estatística descritiva e inferencial, adotando-se o nível de significância de p &lt; 0,05. RESULTADOS: Notou-se maior prevalência de homens (72,5%), cor de pele/raça parda (85,7%), 4–7 anos de estudos (42,9%) e solteiros (48,4%). A idade para o diagnóstico da NTX foi maior que para a infecção pelo HIV (33 <em>vs. </em>32 anos; p &lt; 0,001), e os homens, em relação às mulheres, apresentaram maior contagem de LTCD4+ (73 <em>vs. </em>49 céls./mm³; p = 0,028). As principais manifestações clínicas da NTX foram hemiparesia/hemiplegia (25,9%) e cefaleia (15,0%). Não se observou associação do sexo com manifestações clínicas, outras infecções oportunistas ou a idade para o diagnóstico de NTX (p &gt; 0,05). CONCLUSÃO: Diante das manifestações clínicas mais relevantes apresentadas, a conduta médica e da equipe de saúde deve ser direcionada para a testagem sorológica do HIV, visto que os dados demonstraram uma procura tardia pelo serviço de saúde especializado por parte dos pacientes.</p> 2023-07-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1550 Agradecimento aos revisores 2023-12-28T11:55:20+00:00 Fernanda do Espírito Santo Sagica, Isabella Maria Almeida Mateus, Marinete Marins Póvoa e Edivaldo Herculano Corrêa de Oliveira revista@iec.gov.br <p>A RPAS, através de seus Editores Chefes, Fernanda do Espírito Santo Sagica e Isabella Maria Almeida Mateus, e Editores Científicos, Marinete Marins Póvoa e Edivaldo Herculano Corrêa de Oliveira, agradece aos revisores, abaixo relacionados, que, em 2023, gentilmente colaboraram na análise dos manuscritos enviados para publicação.</p> <p>&nbsp;</p> <p>Ademir de Jesus Martins Júnior<br>Adriano Penha Furtado<br>Alessandra Cristina Guedes Pellini<br>Aline Macêdo de Queiroz<br>Ana Freitas Ribeiro<br>Ana Marli Christovam Sartori<br>Ana Yecê das Neves Pinto<br>Anderson Lineu Siqueira dos Santos<br>Angela Isabel dos Santos Dullius<br>Angela Pellegrin Ansuj<br>Antonio Marcos Mota Miranda<br>Aristeu Vieira da Silva<br>Christiane de Oliveira Goveia<br>Cléa Nazaré Carneiro Bichara<br>Eduardo de Mello Volotão<br>Eliseu Alves Waldman<br>Fernanda Santos Nascimento<br>Fernando Augusto Dias e Sanches<br>Fernando Henrique Brandão Molento<br>Glaucilene da Silva Costa<br>Gleice Maria dos Santos<br>Haroldo José de Matos<br>Igor Brasil Costa<br>Igor Christo Miyahira<br>Karen Miyuki Asano<br>Katia Cristina Bassichetto<br>Lígia Carla Faccin Galhardi<br>Luciene Barbosa<br>Luiz Fernando Almeida Machado<br>Marcos Augusto Moraes Arcoverde<br>Margarete Martins dos Santos Afonso<br>Mariane Camargo Priesnitz<br>Marta Heloísa Lopes<br>Maurício Luiz Vilela<br>Norma Suely de Oliveira Santos<br>Orlando Tobias Silveira<br>Paola Barbosa Marchesini<br>Raíssa Milena Silva Florencio<br>Renata Bezerra Hermes de Castro<br>Rodrigo Costa da Silva<br>Rosa Maria Tubaki<br>Roseli La Corte dos Santos<br>Tatiana Xavier de Castro<br>Tatyellen Natasha da Costa Oliveira<br>Volney Câmara</p> 2023-07-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1547 Deficiências nutricionais e iniquidades em municípios do estado de Mato Grosso, Amazônia brasileira: 2007 a 2021 2023-12-27T15:42:59+00:00 Mario Ribeiro Alves malvesgeo@gmail.com <p>OBJETIVO: Analisar iniquidades e deficiências nutricionais em residentes no estado de Mato Grosso, Brasil, de 2007 a 2021.<br>MATERIAIS E MÉTODOS: Trata-se de estudo ecológico, com abordagem espaçotemporal. Os registros de internações por<br>deficiências nutricionais foram adquiridos junto ao DATASUS, sendo classificados por ano de atendimento, por municípios<br>de residência no estado de Mato Grosso e sob variáveis sociodemográficas. Foram feitas associações estatísticas sob<br>o teste de qui-quadrado, com 5% de nível de significância. Mapas temáticos foram gerados para as taxas médias, dos<br>índices de Moran Local (autocorrelação espacial) e dos aglomerados espaçotemporais. RESULTADOS: Foram analisados<br>22.302 registros, dos quais foram observadas 22.648 internações por deficiências nutricionais, com 15,7% destas em<br>crianças de até 4 anos de idade. Mais da metade dos registros de internação foi classificada como de indivíduos pardos.<br>Destaca-se também a maior quantidade de internação em idosos, que representam a faixa etária de maior tendência à<br>anemia. De forma geral, observou-se tendência de aumento nos valores das taxas médias por período, exemplificada<br>pelos mapas. CONCLUSÃO: A contradição entre deficiências nutricionais e a alta produtividade agropecuária de Mato<br>Grosso deve ser compreendida a partir de estudos interdisciplinares que visem melhorar a saúde da população local.</p> 2023-07-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1522 Frequência alélica do Sistema de Grupo Sanguíneo Duffy em indivíduos de uma população da Amazônia brasileira e sua relação com a infecção por Plasmodium vivax 2023-10-02T19:44:09+00:00 Simone Schneider Weber swbiotecnologia@yahoo.com.br Wanderli Pedro Tadei revista@iec.gov.br Adriana Sotero Martins revista@iec.gov.br <p><strong>INTRODUÇÃO:</strong>&nbsp;No Brasil, a malária é a mais expressiva das endemias e está presente principalmente na Amazônia, cujas condições climáticas, hidrográficas, pluviométricas e de ocupação humana desordenada favorecem os criadouros de mosquitos vetores. A glicoproteína eritrocitária, carreando os determinantes dos antígenos de grupo sanguíneos Duffy, também chamada de<em>&nbsp;Duffy antigen receptor for chemokines</em>&nbsp;(DARC), é necessária como ligante no processo de invasão eritrocitária pelo merozoíto de&nbsp;<em>Plasmodium vivax</em>.<br><strong>OBJETIVO</strong>: Este estudo objetivou determinar as frequências dos alelos Duffy em indivíduos de área endêmica para a malária na Amazônia, relacionando suscetibilidade e resistência em adquirir a infecção por&nbsp;<em>P. vivax</em>.<br><strong>MATERIAIS e MÉTODOS:</strong>&nbsp;O Município de Presidente Figueiredo, no Estado do Amazonas, Brasil, foi selecionado para a coleta das amostras de um total de 244 indivíduos. Foram realizadas coletas de sangue total para fenotipagem e genotipagem Duffy e também uma coleta por punção digital para realização do teste da Gota Espessa, para o diagnóstico da malária. As amostras de sangue foram submetidas à fenotipagem pelo teste de hemaglutinação (DiaMed) e genotipagem dos alelos Duffy por meio da reação de polimerização em cadeia (<em>Polymerase Chain Reaction</em>&nbsp;- PCR). As comparações entre as frequências genotípicas e fenotípicas foram realizadas com base no teste qui-quadrado (χ<sup>2</sup>) de Pearson, com nível de significância de 5%. A análise estatística foi realizada pelo programa Epi Info<sup>TM</sup>, versão 3.43, Centers for Disease Control and Prevention (CDC), Atlanta, EUA.<br><strong>RESULTADOS:</strong>&nbsp;Do total de indivíduos pesquisados, 164 eram negativos e 80 positivos para&nbsp;<em>P. vivax</em>. Os achados mostram uma alta frequência do genótipo&nbsp;<em>FYAFYB</em>&nbsp;(47,5%), seguida de&nbsp;<em>FYBFY</em>&nbsp;(15,6%);&nbsp;<em>FYAFYA</em>&nbsp;(14,3%);&nbsp;<em>FYBFYB</em>&nbsp;(11,5%);&nbsp;<em>FYAFY</em>&nbsp;(8,6%) e, com 2,5%, o genótipo&nbsp;<em>FYFY</em>. A frequência dos alelos&nbsp;<em>FYA</em>,&nbsp;<em>FYB</em>&nbsp;e&nbsp;<em>FY</em>&nbsp;foi, respectivamente, de 55%, 38,8% e 6,3% em infectados e 36,3%, 45,1% e 18,6% em negativos. O genótipo nulo não foi encontrado em infectados, porém esteve presente em 3,7% do grupo negativo.<br><strong>CONCLUSÃO:</strong>&nbsp;O alelo&nbsp;<em>FYA</em>&nbsp;foi significativamente mais frequente em infectados (p = 0,00643), enquanto que o alelo&nbsp;<em>FYB</em>&nbsp;apareceu em maior quantidade no grupo negativo, mas não significativamente (p = 0,34632), e o alelo&nbsp;<em>FY</em>&nbsp;foi significativamente mais prevalente nos negativos (p = 0,00904). Corroborando com a hipótese que o alelo&nbsp;<em>FY</em>&nbsp;confere proteção, os dados mostraram que&nbsp;<em>FY</em>&nbsp;em homozigose não esteve presente no grupo de pacientes infectados com malária. Em heterozigose, o alelo&nbsp;<em>FY</em>&nbsp;mostrou ainda um decréscimo significativo na suscetibilidade encontrada para o alelo&nbsp;<em>FYA</em>, e, quando associado ao alelo&nbsp;<em>FYB</em>, mostrou uma proteção estatisticamente significativa. Esses achados sugerem que essas mutações naturais podem ser uma seleção vantajosa conduzindo a mecanismos parciais de defesa contra o&nbsp;<em>P. vivax</em>&nbsp;em áreas endêmicas.</p> 2010-08-05T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1521 Cumprimento do calendário de vacinação de crianças em uma unidade de saúde da família 2023-10-02T18:52:54+00:00 Camilo Ferreira Ramos camilofr@hotmail.com José Gabriel Miranda da Paixão revista@iec.gov.br Filipe Cunha de Sousa Donza revista@iec.gov.br Anthony Mark Paiva da Silva revista@iec.gov.br Danillo Feitosa Caçador revista@iec.gov.br Victor Danilo Vale Dias revista@iec.gov.br Évila Fernanda Lameira de Melo Sodré revista@iec.gov.br <p><strong>OBJETIVO:</strong>&nbsp;Analisar o cumprimento do calendário de vacinação de crianças pelos usuários da Unidade de Saúde da Família Água Cristal bem como possíveis razões para o seu eventual não cumprimento.<br><strong>MÉTODO:</strong>&nbsp;O estudo foi prospectivo, transversal e qualitativo, realizado a partir de visitas às residências das crianças pesquisadas, sendo a casuística constituída por 108 pessoas, número obtido através do registro presente nas fichas da família observadas. Incluíram-se crianças de ambos os sexos, analisando-se a faixa etária de 0 a 2 anos de idade, cadastradas na Unidade no ano de 2007.<br><strong>RESULTADOS:</strong>&nbsp;Verificou-se que 87,97% das crianças estão com a vacinação atualizada, sendo que 13,89% dessas têm histórico de atrasos. Um fator fortemente atribuído a estes bons índices foi a atuação constante dos agentes comunitários de saúde. Entre aquelas que apresentaram atraso ou não receberam as vacinas, a falta da vacina contra rotavírus foi a mais observada, em 22,46% dos casos. Foram analisados fatores que poderiam contribuir para o índice de atraso, como escolaridade e ocupação dos pais. Nenhum desses foi estatisticamente significante.<br><strong>CONCLUSÃO:</strong>&nbsp;Os resultados encontrados são comparáveis a ambulatórios de centros de referência latino-americanos, o que indica a efetividade da atuação do Programa Saúde da Família naquela comunidade. Contudo, a vacinação tem forte apelo na saúde da população e merece iniciativas de fortalecimento das ações, a fim de diminuir e evitar reaparecimento de doenças.</p> 2010-08-05T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023