Revista Pan-Amazônica de Saúde https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas <p><a href="https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/user/register"><strong>CADASTRE-SE</strong></a><strong> </strong>agora mesmo e envie seu trabalho para publicação. 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Com periodicidade trimestral, publica artigos nos campos epidemiológico, entomológico, ecológico, antropológico, socioeconômico, dos imunobiológicos, do meio ambiente e outros relacionados à saúde humana. Aceita contribuições em português, inglês e espanhol e, na versão eletrônica, disponibiliza artigos completos nos três idiomas, sem nenhum custo para o autor. Adota o sistema de avaliação por pares (<em>peer review</em>), segundo o qual cada artigo é avaliado por, no mínimo, dois pareceristas. Seu Corpo Editorial é formado por renomados pesquisadores nacionais e internacionais. Dispõe de DOI (<em>Digital Object Identifier</em>), o que facilita sua localização e acesso na Internet. Permite a inclusão de material suplementar – como áudio, vídeo, planilha, slide e outros. É indexada nas bases <a href="https://www.latindex.unam.mx/" target="_blank" rel="noopener">Latindex</a>, <a href="https://www.crossref.org/" target="_blank" rel="noopener">CrossRef</a> e <a href="https://www.freemedicaljournals.com/" target="_blank" rel="noopener">Free Medical Journals</a>, além das bases de dados da <a href="https://www.bvsdip.icict.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener">BVS DIP – ICICT/Fiocruz</a>, <a href="https://bvs.iec.gov.br/iec/" target="_blank" rel="noopener">BVS IEC</a> e <a href="https://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_serial&amp;pid=2176-6223&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank" rel="noopener">Portal de Periódicos Eletrônicos do IEC</a> (Metodologia SciELO).</p> <p> </p> <p><strong><a class="tx10" href="http://revista.iec.gov.br/htm/pt/instruction.htm" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para acessar as Normas para Publicação</a></strong>.</p> Instituto Evandro Chagas/SCTIE/MS pt-BR Revista Pan-Amazônica de Saúde 2176-6215 Epidemiologia do vírus da Encefalite de Saint Louis na Amazônia brasileira e no Estado do Mato Grosso do Sul, Brasil: elevada prevalência de anticorpos em equinos https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1623 <p>A imunidade de equinos (n = 1401) contra o vírus da Encefalite de Saint Louis (SLEV) foi investigada na Amazônia brasileira (Bragança e Salvaterra/PA, Macapá/AP e Rio Branco/AC) e Maracaju, no Estado do Mato Grosso do Sul, por meio de testes de inibição da hemaglutinação (IH) e neutralização por redução de placas (PRNT). Foram detectados anticorpos IH e neutralizantes específicos (reações monotípicas – RM) para SLEV e outros flavivírus incluídos nos testes, assim como reações cruzadas para flavivírus. Pelo teste de IH, reações monotípicas foram observadas em 248 (17,7%) amostras de soro, 137 (55,2%) para SLEV, e reações cruzadas foram detectadas em 380 (27,1%). A frequência de reações monotípicas para SLEV e para reações cruzadas foi significativamente maior em Macapá e Salvaterra, respectivamente. Pelo PRNT, foi observada a neutralização de SLEV em 713 (50,9%) amostras, e a prevalência de anticorpos neutralizantes foi significativamente maior em Macapá, em comparação com Salvaterra (p = 0,0083). Este estudo traz novos dados a respeito da imunidade de equinos contra SLEV no Brasil, e confirma a ampla distribuição de SLEV e a diversidade de flavivírus no País, bem como a aparente ausência de doenças em equinos infectados por SLEV.</p> Sueli Guerreiro Rodrigues Otávio Pinheiro Oliva Francisco Anilton Alves Araujo Lívia Carício Martins Janiffer Oliveira Chiang Daniele Freitas Henriques Eliana Vieira Pinto da Silva Daniela Sueli Guerreiro Rodrigues Assis do Socorro Correa dos Prazeres José Tavares-Neto Pedro Fernando da Costa Vasconcelos Copyright (c) 2024 2010-01-29 2010-01-29 15 Estudo experimental sobre a patogenicidade do Vírus Ilhéus em hamsters dourados (Mesocricetus auratus) https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1616 <p>Visando investigar a patogenicidade do&nbsp;<em>Flavivirus Ilhéus&nbsp;</em>(VILH) foi inoculada, via intraperitoneal, 9,8 DL<sub>50</sub>&nbsp;de suspensão viral em hamsters dourados jovens (<em>Mesocricetus auratus</em>) e, diariamente, soros e vísceras (cérebro, fígado, coração, baço, rins e pulmões) de animais infectados e de controles não-infectados foram obtidos sob anestesia. Durante o experimento foi determinado o título viral do VILH em soros e vísceras infectados, em camundongos recém-nascidos. Ademais, a detecção de antígeno e os níveis de anticorpos por testes de fixação do complemento e inibição da hemaglutinação foram realizados nos soros. Exame histopatológico por HE e a detecção de antígenos virais por Imunohistoquímica (IHQ) foram realizados nos tecidos dos animais. A dose inoculada ocasionou a morte dos animais por encefalite no sétimo dia pós-inoculação. Todos os órgãos estudados apresentaram alterações teciduais detectáveis por histopatologia. Volumosa presença de antígeno viral foi detectada por IHQ no cérebro, e, em menor quantidade, no fígado, baço e rins; porém, nestes órgãos, a presença de antígeno viral foi transitória e de leve intensidade, o que corroborou com os títulos virais obtidos nesses órgãos. Não foram encontrados antígenos virais em coração e pulmões, sugerindo que os títulos (DL<sub>50</sub>) observados nesses órgãos, durante a titulação em camundongos, decorreram da presença do VILH na corrente sanguínea (viremia). Os achados deste estudo reforçam o importante e conhecido neurotropismo do VILH.</p> Raimunda do Socorro da Silva Azevedo Vera Lúcia Reis de Souza Barros Lívia Carício Martins Ana Cecília Ribeiro Cruz Sueli Guerreiro Rodrigues Pedro Fernando da Costa Vasconcelos Copyright (c) 2024 2010-01-29 2010-01-29 15 Detecção de sintomáticos respiratórios em serviços de saúde da rede pública de Belém, Pará, Brasil https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1615 <p>A tuberculose é considerada um grave problema de saúde pública, e a identificação dos sintomáticos respiratórios, uma ação primordial para facilitar o diagnóstico precoce dos casos. Os objetivos deste estudo foram: conhecer número de sintomáticos respiratórios identificados entre as pessoas que procuram o atendimento nos serviços de saúde; e conhecer o número de pessoas não identificadas pelos serviços como tal. Participaram do estudo 21 unidades básicas de saúde em Belém, Pará. Na construção e análise dos dados foi usado o programa Epi-Info Versão 6.0B. Foram entrevistadas 1.008 pessoas usuárias das unidades. Constatou-se que a prevalência de sintomáticos respiratórios entre os entrevistados foi de 10,03%. A identificação dos mesmos nas unidades não foi feita em 72% dos casos, sendo que, dos identificados como tal, 33% foram encaminhados para exame de escarro. Não houve diferença estatisticamente significativa (p = 0,07) para a associação entre a pergunta sobre tosse e a duração da tosse, nas unidades pesquisadas. Essa identificação, mediante a busca de tossidores, deve ser uma atividade incorporada na rotina das unidades, para facilitar o diagnóstico precoce e pronto atendimento dos casos bacilíferos, como forma de quebrar a cadeia de transmissão da doença.</p> Ivaneide Leal Ataide Rodrigues Ninarosa Calzavara Cardoso Copyright (c) 2024 2010-01-29 2010-01-29 15 Surto de toxoplasmose humana no Distrito de Monte Dourado, Município de Almeirim, Pará, Brasil https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1614 <p><strong>OBJETIVO:</strong>&nbsp;Relatar um surto de toxoplasmose humana ocorrido no Distrito de Monte Dourado, Município de Almeirim, Pará, Brasil.<br><strong>MATERIAIS E MÉTODOS:</strong>&nbsp;Após diagnóstico confirmatório de cinco pacientes-índices com sintomas sugestivos de toxoplasmose aguda, teve início uma investigação clínica e soroepidemiológica de toxoplasmose na localidade de procedência dos pacientes. Foram avaliados 186 indivíduos, incluindo pacientes sintomáticos, seus familiares e/ou contatos próximos. Todos, espontaneamente, submeteram-se a inquérito epidemiológico, avaliação clínica e sorologia pelo ensaio imunoenzimático (ELISA) para detecção de anticorpos IgG e IgM anti-<em>Toxoplasma gondii</em>.<br><strong>RESULTADOS:</strong>&nbsp;Quarenta indivíduos (21,5%) apresentaram perfil sorológico de toxoplasmose aguda, considerando-se IgM e IgG reagentes em elevados títulos. A análise epidemiológica indicou que os casos poderiam estar vinculados à infecção com oocistos eliminados pelos gatos, cuja população era elevada. A hipótese provável de transmissão seria pelo contato direto com oocistos do parasito, na ingestão de alimentos contaminados, ou, possivelmente, até por inalação dessas formas presentes no solo. A possibilidade de transmissão hídrica por meio do sistema de distribuição de água local foi descartada, já que o sistema é inacessível aos gatos. Os indivíduos doentes foram tratados nos serviços de saúde do Município. As autoridades sanitárias locais foram orientadas para implementar medidas de controle de gatos errantes, visando prevenir novos casos ou surtos.<br><strong>CONCLUSÃO:</strong>&nbsp;O surto ocorrido entre fevereiro e março de 2004, em Monte Dourado-PA, foi causado pelo&nbsp;<em>T. gondii</em>. Admite-se que houve uma somatória de fatores que mantêm a hipótese sustentada da contaminação via oocistos, tais como: elevada população de gatos no Distrito; procedimentos frequentes de jardinagem; e ausência de relatos de ingestão de carne crua ou mal cozida.</p> Ediclei Lima do Carmo Marinete Marins Póvoa Nair Salgado Monteiro Rodrigo Rodrigues Marinho José Maria Nascimento Sued Nazaré Freitas Cléa Nazaré Carneiro Bichara Copyright (c) 2024 2010-01-29 2010-01-29 15 Morbimortalidade por gastroenterites no Estado do Pará https://ojs.iec.gov.br/index.php/rpas/article/view/1613 <p>No Brasil, as gastroenterites acometem principalmente as crianças menores de 5 anos de idade e são consideradas um importante problema de saúde pública. O declínio da morbimortalidade por enteroinfecções resulta na queda da mortalidade infantil e da mortalidade por doenças infecciosas nos países em desenvolvimento. O presente trabalho é um estudo descritivo, realizado em colaboração com o Departamento de Epidemiologia do Estado do Pará, desenvolvido com intuito de conhecer a importância das gastroenterites como causa de internações e óbitos no Estado do Pará. Realizou-se: o levantamento de dados sobre mortalidade e internação por meio dos Sistemas de Informação em Saúde e do Monitoramento das Doenças Diarreicas Agudas durante o período de 2000 a 2004; além dos cálculos dos indicadores de saúde. No cômputo geral, foram notificados 590.595 casos de diarreia. Foi observado um aumento no número de casos de diarreia notificados no Monitoramento das Doenças Diarreicas Agudas durante este período, sendo as maiores frequências encontradas na faixa etária de 1 a 4 anos de idade (média de 48.887 casos), seguido de 33.151 casos em menores de 1 ano de idade. A taxa de internação por diarreia em menores de 1 ano de idade foi de 35 por mil nascidos vivos em 2004. No período estudado, o coeficiente de mortalidade diminuiu, atingindo em 2004 o valor de 2,91 para cada 100 mil habitantes, seguindo a tendência de diminuição das taxas de mortalidade por diarreia no Brasil. Mesmo com este declínio, a diarreia ainda se apresenta como uma das principais causas de morbimortalidade no Estado do Pará, acometendo especialmente crianças menores de 1 ano de idade.</p> Danusa Martins Dias Amiraldo Pinheiro da Silva Ana Maria Helfer Ana Maria Teixeira Rico Maciel Edvaldo Carlos Brito Loureiro Cintya de Oliveira Souza Copyright (c) 2024 2010-01-29 2010-01-29 15