Enteroparasitoses numa população de escolares da rede pública de ensino do Município de Mirassol, São Paulo, Brasil

Autores

  • Marcus Vinicius Tereza Belloto Centro de Investigação de Microrganismos, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto-SP
  • Juares Elias Santos, Junior Centro de Investigação de Microrganismos, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto-SP
  • Elenir Alves Macedo Centro de Investigação de Microrganismos, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto-SP
  • Adão Ponce Curso de Enfermagem, UNIFAIMI- Mirassol-SP
  • Kátia Jaira Galisteu Departamento de Enfermagem Geral, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto-SP
  • Edna de Castro Centro de Investigação de Microrganismos, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto-SP
  • Luciana Ventura Tauyr Centro de Investigação de Microrganismos, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto-SP
  • Andréa Regina Baptista Rossit Instituto Biomédico, Universidade Federal Fluminense, Niterói-RJ
  • Ricardo Luiz D. Machado Centro de Investigação de Microrganismos, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto-SP

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232011000100004

Palavras-chave:

Doenças Parasitárias, Giardia lamblia, Ascaris lumbricoides, estudos transversais

Resumo

RESUMO

Verificou-se a prevalência dos enteroparasitos em 310 alunos (2 a 15 anos) matriculados numa escola da rede pública do município de Mirassol, no Estado de São Paulo. Uma amostra fecal de cada criança foi coletada e processada pelos métodos Faust e de Hoffmann, Pons & Janer, usualmente empregados na detecção de protozoários e helmintos humanos. Das crianças analisadas apresentaram-se parasitadas 30,3%, com pelo menos um parasito intestinal patogênico. Giardia Lamblia foi o protozoário mais frequente (15,16%), seguido da Entamoeba histolytica (0,64%). Os helmintos detectados foram: Ascaris lumbricoides (3,55%), Strongiloides stercoralis e Taenia sp, que foram diagnosticados em 0,32% das amostras avaliadas. Verificou-se associação significativa entre enteroparasitoses e uso de água de torneira. Não se observou significância estatística na comparação entre faixas etárias ou gênero e a presença de parasitos.  Embora não tenhamos associado distúrbios gastrointestinais à presença de doenças parasitárias intestinais, a presença destes agentes pode provocar novos casos, visto que estas crianças podem funcionar como portadores e, portanto, fonte de contaminação. Este estudo sugere que um programa de educação continuada envolvido com a prevenção e tratamento das infecções parasitárias é uma medida fundamental para a sua erradicação.

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Publicado

31-03-2011

Como Citar

Belloto, M. V. T., Santos, J. E., Macedo, E. A., Ponce, A., Galisteu, K. J., Castro, E. de, Tauyr, L. V., Rossit, A. R. B., & Machado, R. L. D. (2011). Enteroparasitoses numa população de escolares da rede pública de ensino do Município de Mirassol, São Paulo, Brasil. evista an-Amazônica e aúde, 2(1), 8. https://doi.org/10.5123/S2176-62232011000100004

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