Frequência de prática e percepção da intensidade das atividades físicas mais frequentes em adultos

Autores

  • Flávio Renato Barros da Guarda Fundação de Ensino Superior de Olinda, Olinda, Pernambuco, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232010000300009

Palavras-chave:

Atividade Motora, Conduta de Saúde, Exercício

Resumo

RESUMO

O objetivo deste estudo foi identificar as atividades físicas com maior frequência de realização por pessoas adultas e avaliar a percepção quanto à intensidade destas atividades. Inicialmente, recorreu-se à consulta a especialistas (docentes universitários com titulação de mestre e doutor e produção relevante nos últimos três anos) a fim de classificar as atividades descritas no compêndio de atividades físicas quanto à frequência de prática entre adultos da Cidade do Recife. Em seguida, 39 voluntários (20 mulheres) responderam a um questionário no qual relatavam a frequência de prática de atividades físicas, considerando uma lista de 72 atividades classificadas como "frequentes" e "muito frequentes" pelos especialistas. Foram mantidas apenas 38 atividades cuja prática foi relatada como sendo "frequente" ou "muito frequente" por pelo menos 30% dos sujeitos. Na terceira etapa, solicitou-se que 60 adultos (30 mulheres) classificassem o nível de intensidade destas 38 atividades, considerando uma escala com variação de 0 (nenhum esforço) a 10 (esforço máximo). Observou-se que as atividades físicas com maior frequência de realização foram, em geral, de baixa intensidade (mediana = 1,8 METs). As atividades com intensidade superior a 3,0 METs foram o futebol, a caminhada como forma de locomoção e a caminhada de lazer. Concluiu-se que os adultos parecem subestimar o nível de intensidade das atividades físicas mais vigorosas e superestimar a intensidade das atividades leves a moderadas.

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Publicado

09-08-2022

Como Citar

Guarda, F. R. B. da. (2022). Frequência de prática e percepção da intensidade das atividades físicas mais frequentes em adultos. evista an-Amazônica e aúde, 1(3), 7. https://doi.org/10.5123/S2176-62232010000300009

Edição

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Artigo Original

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