Vigilância de ambientes da febre maculosa: explorando as áreas silenciosas do Brasil

Autores

  • Stefan Vilges de Oliveira Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses, Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis, Departamento de Vigilância Epidemiológica, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, Brasília, Distrito Federal, Brasil. Programa de Pós-Graduação em Medicina Tropical, Universidade de Brasília, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Simone Valeria Costa Pereira Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses, Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis, Departamento de Vigilância Epidemiológica, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Fernanda Voietta Pinna Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses, Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis, Departamento de Vigilância Epidemiológica, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Lidsy Ximenes Fonseca Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses, Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis, Departamento de Vigilância Epidemiológica, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Nicolau Maués da Serra-Freire Laboratório de Referência Nacional em Vetores das Riquetsioses, Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Karen Medeiros Cardoso Laboratório de Referência Nacional em Vetores das Riquetsioses, Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Ana Beatriz Pais Borsoi Laboratório de Referência Nacional em Vetores das Riquetsioses, Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Marinete Amorim Laboratório de Referência Nacional em Vetores das Riquetsioses, Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Eduardo Pacheco de Caldas Unidade Técnica de Vigilância de Zoonoses, Coordenação Geral de Doenças Transmissíveis, Departamento de Vigilância Epidemiológica, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Gilberto Salles Gazeta Laboratório de Referência Nacional em Vetores das Riquetsioses, Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232016000300008

Palavras-chave:

Doenças Transmitidas por Carrapatos, Zoonoses, Febre Maculosa, Capacitação em Serviço, Vigilância Sentinela

Resumo

O presente estudo descreveu as intervenções realizadas em áreas silenciosas do Brasil, sob o aspecto da promoção da saúde. As áreas avaliadas durante o período de 2014 a 2015 compreenderam as seguintes Unidades Federadas: Mato Grosso do Sul, Alagoas, Pernambuco, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Norte e Maranhão. Foram avaliados os dados sobre a vigilância da febre maculosa por meio das fichas epidemiológicas disponíveis no Sistema de Informação de Agravo de Notificação, bem como a fauna de vetores e das infecções por riquétsias do grupo da febre maculosa (RGFM). Foram coletados 1.528 vetores de dez espécies diferentes, cuja maior diversidade foi observada em Rondônia. Neste estudo, 85% dos Estados investigados apresentaram RGFM em vetores ou em humanos, sendo Mato Grosso do Sul, Rondônia e Pernambuco, os mais prevalentes. Os resultados apresentados apontam para a necessidade permanente de qualificação das equipes de profissionais de saúde e ambiente, a fim de aprimorar os dados sobre a febre maculosa em nosso meio.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Publicado

13-06-2019

Como Citar

Oliveira, S. V. de, Pereira, S. V. C., Pinna, F. V., Fonseca, L. X., Serra-Freire, N. M. da, Cardoso, K. M., Borsoi, A. B. P., Amorim, M., Caldas, E. P. de, & Gazeta, G. S. (2019). Vigilância de ambientes da febre maculosa: explorando as áreas silenciosas do Brasil. evista an-Amazônica e aúde, 7(3), 8. https://doi.org/10.5123/S2176-62232016000300008

Edição

Seção

Artigo Original

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)