Inquérito da cobertura vacinal de tríplice bacteriana e tríplice viral e fatores associados à não vacinação em Santa Maria, Distrito Federal, Brasil, 2012

Autores

  • Daniele Monteiro Nunes Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa de Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Fernanda Carvalho de Menezes Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa de Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Cristine Nascente Igansi Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Wildo Navegantes de Araújo Universidade de Brasília, Faculdade UnB Ceilândia, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Teresa Cristina Vieira Segatto Governo do Distrito Federal, Vigilância Epidemiológica, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Kelly Cristina Coelho Costa Região Administrativa de Santa Maria, Vigilância Epidemiológica, Brasília, Distrito Federal, Brasil
  • Marcelo Yoshito Wada Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Brasília, Distrito Federal, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232018000100002

Palavras-chave:

Cobertura Vacinal, Vacina Contra Difteria, Tétano e Coqueluche, Vacina Contra Sarampo, Caxumba, Rubéola

Resumo

INTRODUÇÃO:

A vacinação é uma intervenção segura que propicia imunidade individual e coletiva, se utilizados os esquemas corretamente. A vacina tríplice bacteriana (DTP) protege contra difteria, tétano e coqueluche e a tríplice viral (SCR) contra sarampo, caxumba e rubéola. As doses de reforço são indicadas para corrigir possíveis falhas vacinais primárias e garantir a imunidade.

OBJETIVOS:

Estimar a cobertura vacinal do segundo reforço da DTP e da segunda dose da SCR em crianças de 7 a 9 anos de idade, e identificar os possíveis fatores associados à não vacinação.

MATERIAIS E MÉTODOS:

Foi realizado um estudo transversal do tipo inquérito domiciliar, com amostra probabilística por conglomerados 30x7, resultando em 206 crianças residentes na Região Administrativa de Santa Maria, Distrito Federal, Brasil, entre junho e julho de 2012. A análise dos dados foi realizada calculando-se as medidas de frequência, tendência central e dispersão, assim como a razão de prevalência associadas à vacinação.

RESULTADOS:

Houve baixa cobertura vacinal para o segundo reforço de DTP (72,3%; IC95%: 66-78) e segunda dose de SCR (76,7%; IC95%: 71-83). Os fatores relacionados à não vacinação foram significativos quando os cuidadores das crianças não eram os pais; famílias com três filhos ou mais; ser a partir do quarto filho; e não receber visita domiciliar de profissionais de saúde.

CONCLUSÃO:

As condições socioeconômicas das famílias e a baixa adesão à vacinação das crianças levam a baixas coberturas vacinais e a maior suscetibilidade ao adoecimento.

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Publicado

18-06-2019

Como Citar

Nunes, D. M., Menezes, F. C. de, Igansi, C. N., Araújo, W. N. de, Segatto, T. C. V., Costa, K. C. C., & Wada, M. Y. (2019). Inquérito da cobertura vacinal de tríplice bacteriana e tríplice viral e fatores associados à não vacinação em Santa Maria, Distrito Federal, Brasil, 2012. evista an-Amazônica e aúde, 9(1), 9. https://doi.org/10.5123/S2176-62232018000100002

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