Assistência odontológica à gestante: percepção do cirurgião-dentista

Autores

  • Larissa de Oliveira Martins Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Raquel Di Paula da Silva Pinheiro Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Diandra Costa Arantes Programa de Pós-graduação em Odontologia, Faculdade de Odontologia, Instituto de Ciência da Saúde, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Liliane Silva do Nascimento Faculdade de Odontologia, Instituto de Ciência da Saúde, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil Endereço para correspondência
  • Paulo Bisi dos Santos Júnior Faculdade de Odontologia, Instituto de Ciência da Saúde, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil Endereço para correspondência

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232013000400002

Palavras-chave:

Assistência Odontológica, Gestantes, Cuidado Pré-Natal

Resumo

A relação de doenças do meio bucal e suas repercussões negativas sobre a vida do lactante e da gestante motivam a necessidade de um pré-natal odontológico. Porém ainda há insegurança ou falta de conhecimento sobre o assunto, por parte de muitos profissionais de Odontologia, para realizar tratamento de saúde bucal em gestantes. Esta pesquisa consiste em um estudo transversal, quantitativo, acerca da assistência odontológica prestada à gestante usuária do Sistema Único de Saúde, cujos dados foram coletados por meio da aplicação de um inquérito com perguntas abertas e fechadas. O universo populacional foi constituído por 217 cirurgiões-dentistas que atuavam nas unidades municipais de saúde da Cidade de Belém, capital do Estado do Pará, Brasil, no ano de 2011 e a amostra consistiu em 138 profissionais selecionados por meio de amostragem aleatória simples. Os resultados revelam que: 82,6% dos dentistas já atenderam gestantes; apenas 51,4% realizavam ambos os procedimentos, curativos e preventivos; 57,7% acreditavam que o segundo semestre é o período ideal para tratamento; 44,9% utilizavam lidocaína como anestésico; 77,5% prescreviam antibióticos; e 92,6% realizavam tomadas radiográficas. Logo, pôde-se constatar que a assistência odontológica à gestante é limitada por práticas realizadas sem aprofundamento e domínio teórico, fazendo-se necessário reavaliá-las e instituir protocolos de atendimento.

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Publicado

10-06-2020

Como Citar

Martins, L. de O., Pinheiro, R. D. P. da S., Arantes, D. C., Nascimento, L. S. do, & Santos Júnior, P. B. dos. (2020). Assistência odontológica à gestante: percepção do cirurgião-dentista. evista an-Amazônica e aúde, 4(4), 8. https://doi.org/10.5123/S2176-62232013000400002

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