Perfil socioepidemiológico de mulheres acometidas por gravidez ectópica atendidas em um hospital público de referência em gestação de alto risco na cidade de Belém, Estado do Pará, Brasil

Autores

  • Layna de Cássia Oliveira Campos Escola de Enfermagem Magalhães Barata, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Caline Saraiva de Sá Escola de Enfermagem Magalhães Barata, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Sara Negreiros Santos Escola de Enfermagem Magalhães Barata, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Tatyellen Natasha da Costa Oliveira Escola de Enfermagem Magalhães Barata, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Marcio Batista Coelho Secretaria de saúde de Mãe do Rio, Mãe do Rio, Pará, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232012000400004

Palavras-chave:

Gravidez Ectópica, Perfil de Saúde, Doença Inflamatória Pélvica, Prevenção Primária

Resumo

Uma das patologias responsáveis por incluir uma gestação em alto risco é a gravidez ectópica (GE). Considera-se GE sempre que a implantação e o desenvolvimento do ovo ocorrer fora de seu local normal, isto é, na cavidade corporal do útero. Sendo assim, O objetivo deste estudo foi identificar o perfil socioepidemiológico das mulheres acometidas por gravidez ectópica. Para a análise de dados optou-se por um estudo de abordagem quantitativa do tipo descritivo. A amostra tem um total de 15 mulheres, evidenciamos que os fatores socioeconômicos, a citar, grau de escolaridade, cor, renda familiar e faixa etária, são elementos que podem estar fortemente relacionados à afetação dessas mulheres pela patologia em questão. Fatores ginecológicos como a presença de doença infecciosa pélvica, infecção urinária, corrimento e falha na consulta com o ginecologista são oportunas ao acometimento da GE. A história obstétrica também influencia essa patologia, haja vista, segundo a literatura, ser o aborto um fator predisponente para a GE. Conclui-se que 100% das mulheres, por não terem conhecimento de que estavam grávidas, não iniciaram o pré-natal e por isso não puderam ser diagnosticadas precocemente, todas deram entrada na unidade hospitalar com GE rota e tiveram que realizar laparotomia exploradora. Por fim, acredita-se que os resultados deste estudo confirmaram o pressuposto de que a cautela com a patologia deve ser melhorada por meio da atenção à mulher na saúde primária de forma eficiente e eficaz.

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Publicado

22-06-2020

Como Citar

Campos, L. de C. O., Sá, C. S. de, Santos, S. N., Oliveira, T. N. da C., & Coelho, M. B. (2020). Perfil socioepidemiológico de mulheres acometidas por gravidez ectópica atendidas em um hospital público de referência em gestação de alto risco na cidade de Belém, Estado do Pará, Brasil. evista an-Amazônica e aúde, 3(4), 8. https://doi.org/10.5123/S2176-62232012000400004

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