Uso de antidepressivos, intensidade da dor e dor em locais múltiplos em pacientes com bruxismo

Autores

  • Omar Franklin Molina Faculdade de Odontologia, Dor Orofacial e Odontopediatria, Centro Universitário UnirG, Gurupi, Tocantins, Brasil
  • Zeila Coelho Santos Faculdade de Odontologia, Dor Orofacial e Odontopediatria, Centro Universitário UnirG, Gurupi, Tocantins, Brasil
  • Rise Consolação luata Rank Faculdade de Odontologia, Dor Orofacial e Odontopediatria, Centro Universitário UnirG, Gurupi, Tocantins, Brasil
  • Bruno Ricardo Huber Simião Faculdade de Odontologia, Departamento de Prótese Dental e Clinica, Centro Universitário UnirG, Gurupi, Tocantins, Brasil
  • Nayene Leocádia Manzutti Eid Faculdade de Odontologia, Departamento de Prótese Dental e Clinica, Centro Universitário UnirG, Gurupi, Tocantins, Brasil
  • Marcelo Bressan Corrêa Departamento de Prótese e Implantes, Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos, Araguaína, Tocantins, Brasil
  • Karla Regina Gama Departamento de Odontologia Clinica UNIRG, Gurupi, Tocantins, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232011000300002

Palavras-chave:

Distúrbios Temporomandibulares, Bruxismo, Dor Facial, Agentes Antidepressivos

Resumo

RESUMO

OBJETIVOS: Comparar a duração, a severidade da dor, sua ocorrência em locais múltiplos e o uso de antidepressivos por pacientes com distúrbios craniomandibulares (DCMs) e bruxismo com indivíduos de um grupo controle.
MATERIAIS E MÉTODOS: Avaliação clínica; questionários sobre dor, bruxismo e uso de antidepressivos; autorrelato de sinais e sintomas; e histórico relacionado à dor e palpação muscular em 389 indivíduos com DCMs e bruxismo e 69 controles.
RESULTADOS: A idade média do grupo experimental foi de 33,3 anos. A cronicidade da queixa principal não diferiu entre os grupos com DCMs e bruxismo (teste de Kruskal-Wallis p = 0.13, considerado não significante). Dor intensa foi observada mais frequentemente no subgrupo com bruxismo severo (teste do Chi-quadrado para análise de tendências p = 0.01, considerado significante). Os indivíduos com bruxismo severo haviam usado ou estavam usando mais antidepressivos quando comparados com os outros grupos com bruxismo leve ou moderado e com o grupo controle (teste do Chi-quadrado p = 0.006, muito significante). Um número bem maior de queixas de dor foi registrado no grupo com bruxismo severo (teste de Kruskal-Wallis p = 0.0001, extremamente significante).
CONCLUSÃO: Os pacientes com bruxismo severo relataram histórico de dor. O uso de antidepressivos aumentou com a severidade do bruxismo. O número de locais com dor, a severidade da dor e o uso de antidepressivos aumentou com a severidade do bruxismo.

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Publicado

30-09-2011

Como Citar

Molina, O. F., Santos, Z. C., Rank, R. C. luata, Simião, B. R. H., Eid, N. L. M., Corrêa, M. B., & Gama, K. R. (2011). Uso de antidepressivos, intensidade da dor e dor em locais múltiplos em pacientes com bruxismo. evista an-Amazônica e aúde, 2(3), 7. https://doi.org/10.5123/S2176-62232011000300002

Edição

Seção

Artigo Original