Mercúrio em clínica odontológica: concentrações semanais no ambiente de trabalho e suas relações com procedimentos dentários em São Gonçalo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil

Autores

  • Ivisson Carneiro Medeiros da Silva Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Reinaldo Calixto de Campos (in memoriam) Departamento de Química, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Armando Meyer Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Carmen Ildes Rodrigues Froes Asmus Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Rachel Hauser Davis Departamento de Química, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Volney de Magalhães Câmara Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232013000400006

Palavras-chave:

Mercúrio, Riscos Ocupacionais, Odontologia

Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar a exposição ocupacional ao mercúrio em um consultório odontológico, através das medições das concentrações de mercúrio no ar realizadas com um analisador portátil (Lumex). As medições foram feitas a cada hora durante a semana de trabalho em um consultório, localizado em São Gonçalo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Concentrações de mercúrio no ar ambiente, após a realização de 175 procedimentos, foram avaliadas. Os procedimentos foram divididos em três grupos de acordo com a utilização de mercúrio e da caneta de alta rotação. A concentração média de mercúrio observada no ar da clínica foi de 2,49 µgHg.m-3, alcançando 4,69 µgHg.m-3 no dia em que o maior número de procedimentos foi realizado. O procedimento de colocação de amálgama levou à maior média de concentração de mercúrio no ar, mas não estatisticamente significante com relação aos outros grupos de procedimentos (p-valor = 0,988). Os dados coletados no ambiente mostraram que as concentrações de mercúrio estavam dentro dos limites estabelecidos pela legislação brasileira e internacional.

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Publicado

10-06-2020

Como Citar

Silva, I. C. M. da, Campos (in memoriam), R. C. de, Meyer, A., Asmus, C. I. R. F., Davis, R. H., & Câmara, V. de M. (2020). Mercúrio em clínica odontológica: concentrações semanais no ambiente de trabalho e suas relações com procedimentos dentários em São Gonçalo, Estado do Rio de Janeiro, Brasil. evista an-Amazônica e aúde, 4(4), 7. https://doi.org/10.5123/S2176-62232013000400006

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