Contribuição pioneira do Instituto Evandro Chagas para a saúde ambiental na Amazônia em 25 anos da Seção de Meio Ambiente

Autores

  • Iracina Maura de Jesus Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Edilson da Silva Brabo Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Marcelo de Oliveira Lima Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Kleber Raimundo Freitas Faial Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Lena Lillian Canto de Sá Moraes Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Rosivaldo de Alcântara Mendes Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Bruno Santana Carneiro Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Vanessa Bandeira da Costa Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Volney de Magalhães Câmara Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
  • Elisabeth Conceição de Oliveira Santos Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Meio Ambiente, Ananindeua, Pará, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232016000500009

Palavras-chave:

Saúde Ambiental, Exposição, Mercúrio, Vigilância

Resumo

A emergência dos problemas ambientais e suas repercussões na saúde pública, especialmente em populações da Amazônia brasileira, levaram à criação da Seção de Meio Ambiente (SAMAM) do Instituto Evandro Chagas, representando uma inovação institucional, contextualizada no debate mundial e nacional sobre os impactos ambientais de origem antrópica, no início da década de 1990. O programa de pesquisa inicial da SAMAM, dedicado ao estudo de populações expostas ao mercúrio na Amazônia, reuniu grande conteúdo de informações sobre características epidemiológicas, clínicas e laboratoriais de diversos grupos populacionais pesquisados, incluindo ribeirinhos, populações urbana, rural e indígena. Evidenciou-se a necessidade de intensificação da vigilância em saúde dessas populações, devido à persistência e magnitude da exposição observada em alguns locais, associada a condições de vida e morbidade, que podem favorecer o risco de efeitos adversos. Além do programa de mercúrio, a SAMAM também tem desenvolvido estudos sobre outros contaminantes e sobre a qualidade das águas de consumo humano, superficial e subterrânea, para avaliação de indicadores preconizados pela legislação (bactérias, parâmetros físico-químicos, metais e agrotóxicos, dentre outros) e outros possíveis biomarcadores de interesse para a saúde ambiental, como plâncton e vírus. A atuação da SAMAM no Sistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental é reconhecida em áreas como qualidade da água, metais e agrotóxicos, estando em expansão em outras áreas como cianobactérias e virologia ambiental. A SAMAM também tem contribuído para a capacitação de pessoas do Brasil e do exterior em metodologias analíticas e saúde ambiental.

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Publicado

30-04-2020

Como Citar

Jesus, I. M. de, Brabo, E. da S., Lima, M. de O., Faial, K. R. F., Moraes, L. L. C. de S., Mendes, R. de A., Carneiro, B. S., Costa, V. B. da, Câmara, V. de M., & Santos, E. C. de O. (2020). Contribuição pioneira do Instituto Evandro Chagas para a saúde ambiental na Amazônia em 25 anos da Seção de Meio Ambiente. evista an-Amazônica e aúde, 7(Esp), 10. https://doi.org/10.5123/S2176-62232016000500009

Edição

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Artigo Histórico

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