Estudo piloto: análise do fígado de ratos submetidos ao alcoolismo crônico experimental e tratados com Morinda citrifolia (noni)

Autores

  • Cristiane Akina Monma Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Naiara Nascimento Silva Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Tatiane Neotti Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Victor Augusto Grécia Coutinho Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Rosângela Baía Brito Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Robson José de Souza Domingues Laboratório de Morfofisiologia Aplicada à Saúde, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Nelson Antonio Bailão Ribeiro Laboratório de Morfofisiologia Aplicada à Saúde, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232015000400002

Palavras-chave:

Alcoolismo, Morinda, Capacidade Antioxidante, Esteatose Hepática

Resumo

O etilismo crônico causa dano hepático sequencial, desde esteato-hepatite até cirrose e então doença hepática em estágio final. A reparação hepática torna-se comprometida por aumento do estresse oxidativo, danos no DNA, peroxidação lipídica, mediados pela ingestão de etanol. O objetivo deste estudo foi analisar os efeitos protetores da Morinda citrifolia (noni) sobre o tecido hepático de ratos submetidos ao alcoolismo crônico. Foram utilizados 16 ratos, distribuídos em quatro grupos aleatórios (n = 4). O grupo controle (GC) recebeu apenas água por 20 semanas. O grupo alcoolismo (GA) recebeu água filtrada na primeira semana; na segunda, uma mistura que continha 10% de aguardente de cana; na terceira, 20%; durante a quarta e a quinta semanas, 30%; e a partir da sexta semana, uma proporção de 40% de aguardente de cana e 60% de água. O grupo desintoxicado (GD) foi submetido ao mesmo processo do GA, porém sofreu desadaptação gradativa ao álcool a partir da 14a semana. O grupo noni (GN) foi submetido ao mesmo processo do GA, no entanto, a partir da 14a semana recebeu sumo de noni como tratamento experimental. Na 20a semana, os animais foram submetidos à eutanásia. O GN apresentou achados histopatológicos de tumefação focal de hepatócitos em apenas um rato, diferindo do GA, que apresentou alterações nos quatro ratos. No GD, três ratos apresentaram a mesma alteração e áreas citoplasmáticas (138,83 μm2) e nucleares (38,82 μm2) estatisticamente inferiores. Demonstrou-se o efeito benéfico do uso do noni após a submissão dos ratos ao alcoolismo crônico.

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Publicado

19-03-2019

Como Citar

Monma, C. A., Silva, N. N., Neotti, T., Coutinho, V. A. G., Brito, R. B., Domingues, R. J. de S., & Ribeiro, N. A. B. (2019). Estudo piloto: análise do fígado de ratos submetidos ao alcoolismo crônico experimental e tratados com Morinda citrifolia (noni). evista an-Amazônica e aúde, 6(4), 8. https://doi.org/10.5123/S2176-62232015000400002

Edição

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