Prevalência de raiva animal no estado do Pará, no período de 2004 a 2013

Autores

  • Érika Dayane Leal Rodrigues Universidade Federal Rural da Amazônia, Instituto da Saúde e Produção Animal, Belém, Pará, Brasil
  • Taiana Andrade Freitas Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Francisco Amilton dos Santos Paiva Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Armando de Souza Pereira Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Taciana Fernandes Souza Barbosa Coelho Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Elizabeth Salbé Travassos da Rosa Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Alexandre do Rosário Casseb Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Livia Medeiros Neves Casseb Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas, Ananindeua, Pará, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232018000400006

Palavras-chave:

Vírus da Raiva, Diagnóstico, Vigilância Epidemiológica

Resumo

OBJETIVO:

Descrever a prevalência da raiva animal no estado do Pará, no período de 2004 a 2013.

MATERIAIS E MÉTODOS:

Foi realizado um levantamento no banco de dados dos encéfalos recebidos no Laboratório de Diagnóstico de Raiva da Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas do Instituto Evandro Chagas, de 2004 a 2013, oriundos das seis mesorregiões do Pará.

RESULTADOS:

Das 13.987 amostras recebidas e analisadas no Laboratório, 1,26% (176/13.987) foram positivas. Os registros positivos, por espécies examinadas, foram: 34,78% de equinos (8/23); 34,71% de bovinos (42/121); 25,00% de suínos (3/12); 1,33% de felinos (5/375); 1,22% de caninos (105/8.633); 0,27% de quirópteros (13/4.797); e as demais espécies (caprinos, ovinos, símios, leporídeos, procionídeos, roedores e não identificadas) foram negativas (0/26). A Mesorregião Sudoeste Paraense foi a que apresentou o maior índice de positividade (6,15%).

CONCLUSÃO:

Os resultados apresentados neste estudo ressaltam a importância da imunização anual de animais de produção, bem como enfatizam a relevância das campanhas de vacinação de animais domésticos para o controle da raiva urbana, a fim de reduzir a incidência e a letalidade da doença.

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Publicado

12-06-2019

Como Citar

Rodrigues, Érika D. L., Freitas, T. A., Paiva, F. A. dos S., Pereira, A. de S., Coelho, T. F. S. B., Rosa, E. S. T. da, Casseb, A. do R., & Casseb, L. M. N. (2019). Prevalência de raiva animal no estado do Pará, no período de 2004 a 2013. evista an-Amazônica e aúde, 9(4), 6. https://doi.org/10.5123/S2176-62232018000400006

Edição

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