Isolamento de Candida no esfregaço cérvico-vaginal de mulheres não gestantes residentes em área ribeirinha do Estado do Maranhão, Brasil, 2012

Autores

  • Márcia Caroline Nascimento Sá Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil. Faculdade de Imperatriz do Maranhão, Imperatriz, Maranhão, Brasil
  • Haigle Reckziegel de Sousa Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil. Faculdade de Imperatriz do Maranhão, Imperatriz, Maranhão, Brasil
  • Claudia Simone Oliveira Amaro Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Dirce Nascimento Pinheiro Programa de Pós-graduação em Doenças Tropicais, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil
  • Michele Moreira Martins de Oliveira Faculdade de Imperatriz do Maranhão, Imperatriz, Maranhão, Brasil
  • Maria da Conceição Nascimento Pinheiro Núcleo de Medicina Tropical, Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232014000100003

Palavras-chave:

Candida albicans, Candidíase, Esfregaço Vaginal, Infecções do Sistema Genital

Resumo

Este estudo avaliou a prevalência da candidíase vaginal e os fatores associados à sua ocorrência em mulheres não gestantes, residentes às margens do rio Tocantins, atendidas pelo Programa de Atenção à Saúde da Mulher, no Município de Imperatriz, Estado do Maranhão, Brasil. Foram considerados dados demográficos, epidemiológicos, clínicos e citopatológicos oriundos do teste de Papanicolaou e da cultura microbiológica para fungos. Para isolamento do fungo foi utilizado cultura em ágar seletivo e diferencial para Candida, além de placas de Petri. A prevalência de fungos do gênero Candida no esfregaço cérvico-vaginal foi de 42,86%, com mais de 50% dos casos sintomáticos. Identificou-se que 28% das mulheres com candidíase vaginal encontravam-se na faixa etária de 20 a 29 anos, 37,4% tinham ensino fundamental incompleto, 66,4% eram de cor parda, a maioria (63,6%) tinha como ocupação as tarefas do lar, 58% viviam com renda mensal de um a três salários mínimos e 63,5% relataram ter parceiros fixos (considerando as casadas e com união estável). Dentre as espécies de Candida isoladas e identificadas, a C. albicans foi a mais prevalente. Conclui-se que a população estudada não possui conhecimentos suficientes sobre a candidíase vaginal sugerindo a necessidade de serem fortalecidas as práticas educativas, de orientação e conscientização dos hábitos que favoreçam o controle e prevenção dessa infecção.

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Publicado

15-05-2020

Como Citar

Sá, M. C. N., Sousa, H. R. de, Amaro, C. S. O., Pinheiro, D. N., Oliveira, M. M. M. de, & Pinheiro, M. da C. N. (2020). Isolamento de Candida no esfregaço cérvico-vaginal de mulheres não gestantes residentes em área ribeirinha do Estado do Maranhão, Brasil, 2012. evista an-Amazônica e aúde, 5(1), 10. https://doi.org/10.5123/S2176-62232014000100003

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