Aspectos clínicos e epidemiológicos da infecção genital pelo papilomavírus humano em gestantes do município de Imperatriz, estado do Maranhão, Brasil

Autores

  • Graciene Pereira de Sousa Universidade Federal do Pará, Núcleo de Medicina Tropical, Laboratório de Imunopatologia, Belém, Pará, Brasil
  • Esther Iris Christina Freifrau von Ledeb Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências Biológicas, Belém, Pará, Brasil
  • Marizeli Viana de Aragão Araújo Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências da Saúde, Belém, Pará, Brasil
  • George Alberto da Silva Dias Universidade do Estado do Pará, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Belém, Pará, Brasil
  • Elcimara da Paixão Ferreira Chagas Universidade Federal do Pará, Núcleo de Medicina Tropical, Laboratório de Imunopatologia, Belém, Pará, Brasil
  • Juarez Antônio Simões Quaresma Universidade do Estado do Pará, Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, Belém, Pará, Brasil
  • Hellen Thaís Fuzii Universidade Federal do Pará, Núcleo de Medicina Tropical, Laboratório de Imunopatologia, Belém, Pará, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.5123/S2176-62232018000300004

Palavras-chave:

Papilomavírus Humano, Gestação, Fatores de Risco

Resumo

OBJETIVO:

Determinar a prevalência da infecção da cérvice uterina pelo papilomavírus humano (HPV) em mulheres grávidas no município de Imperatriz, estado do Maranhão, Brasil. Materiais e Métodos: O DNA-HPV foi detectado por reação em cadeia da polimerase em amostras de material cervicovaginal, coletadas com escova cervical, de 167 gestantes que responderam a um questionário com dados sociodemográficos, comportamentais e reprodutivos. Resultados: A prevalência da infecção genital pelo HPV foi de 17,36%. As gestantes solteiras/separadas/viúvas apresentaram quatro vezes mais chances de adquirir infecção pelo HPV que as casadas (OR = 4,03; p = 0,0046). Primigestas apresentaram maior prevalência de infecção (29,03%), sendo estatisticamente significantes (OR = 3,42; p = 0,001). Conclusão: Os resultados permitem concluir que as gestantes mais suscetíveis à infecção pelo HPV são mulheres jovens, grávidas pela primeira vez e que estão em relações não estáveis, o que evidencia a necessidade de se combater a infecção por HPV pela implantação, ou ampliação de programas de educação sexual e planejamento familiar voltados para o público jovem, além de ampliar os programas continuados de vacinação contra o HPV.

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Publicado

14-06-2019

Como Citar

Sousa, G. P. de, Ledeb, E. I. C. F. von, Araújo, M. V. de A., Dias, G. A. da S., Chagas, E. da P. F., Quaresma, J. A. S., & Fuzii, H. T. (2019). Aspectos clínicos e epidemiológicos da infecção genital pelo papilomavírus humano em gestantes do município de Imperatriz, estado do Maranhão, Brasil. evista an-Amazônica e aúde, 9(3), 8. https://doi.org/10.5123/S2176-62232018000300004

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